21/07/2011

E o "alô", está morrendo?

Nunca tinha parado para pensar nisso. Parece que o "alô" está morrendo!

Desde a era mitológica, onde só existia aqueles telefones estranhos de digitar os números (enfia o dedo no buraco e dá uma rodadinha. Parece até gay!), as pessoas eram acostumadas a dizer "alô?" ao atender. Foi um padrão que criaram para a pessoa da outra linha saber que você está ouvindo. Ou só por criar um padrão mesmo. Parecido com o clássico "câmbio", que avisa quando a outra pessoa pode falar.

Mas com a tecnologia, as pessoas estão deixando de falar "alô" para simplesmente falar "Oi", "E aí" ou qualquer outra coisa. Mas é claro! Agora temos a famosa Bina (e não é a do Trote do ET), ou "Identificador de chamadas", presente em alguns telefones (ou por meio de um aparelho, a "bina") e em todos os celulares.

A morte do Alô começou de verdade com o surgimento dos celulares. Você recebia uma chamada e olhava o número e, dependendo, o adicionava a seus contatos. Depois, invés do número, aparecia o nome da pessoa adicionada aos contatos. Simples, não?

Faz até sentido. Quando um amigo seu liga, você não vai falar alô, e sim um "oi" ou sei lá o quê. Se sabemos quem é, por que falar alô?

No entanto, ainda usamos o alô para falar com quem não conhecemos. Caso um número desconhecido ligue pra você, você não vai dizer um "oi", não é?

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