02/02/2012

Tecmundo entrevista os Anonymous

O Tecmundo (Baixaki) entrevistou integrantes dos @iPiratesGroup e @AntiSecBrTeam que formam o grupo Anonymous Brasil (@AnonBRNews) via e-mail fazendo diversas perguntas sobre as ações que eles fazem e o porquê.

Algumas das questões que achei mais relevantes:

Tecmundo: Desde quando existe o grupo e qual é a relação dele com o Anonymous? Vocês são independentes ou podem ser considerados um braço brasileiro do grupo internacional?

Anonymous não é um grupo, e sim uma ideia; grupo são apenas @iPiratesGroup e @AntiSecBrTeam, dos quais fazemos parte. O @AnonBRNews é apenas um Twitter para divulgar as ações do movimento Anonymous no Brasil, realizado por nós. Temos ligações com o Anonymous de outros países, conversamos praticamente todas as semanas, mas cada um cuida de seu país; só em algumas ocasiões fazemos operações internacionais, por exemplo, a #OPMegaUpload.

Tecmundo: Em um manifesto publicado recentemente, o grupo fala bastante sobre desigualdades sociais. Como o grupo pode influenciar diretamente e ajudar a modificar esse quadro?

Tentamos fazer as pessoas pensar no que ocorre no país, tentamos da nossa forma fazer isso; não somos crianças, todos aqui são maiores de idade e alguns são pais de família, portanto sabemos o que fazemos e não temos medo de nada. Se as pessoas quiserem nos ouvir e tentar fazer algo pelo país, tudo bem. Se não quiserem... Tudo bem também, pois quem perde são elas mesmas.

Tecmundo: Ataques na internet viram notícia na rede, mas acabam saindo muito rápido da mídia. Quais são os objetivos que vocês pretendem alcançar em longo prazo, a principal consequência a partir de suas ações?

O objetivo não é apenas ficar no mundo online, digamos assim. Anonymous é muito mais que ficar na internet, Anonymous é uma força que não pode se limitar ao mundo virtual. Estamos planejando ações que irão acontecer nas ruas, assim nossa ideia chegará a mais pessoas.

Agora é ver se as pessoas "acordarão" de acordo com o objetivo deles. Realmente não acho errado o que eles fazem, mas acho que não é o suficiente para acordar a população e/ou fazer com que os corruptos mudem suas atitudes.

Mas, como eles mesmos disseram, vai depender somente de NÓS.

Para ver a entrevista completa, clique aqui.

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